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Como Ser um Péssimo Programador: Os 7 Hábitos Destrutivos que Eliminam sua Chance no Mercado

Fala, dev! Beleza? Durante anos de estrada na computação — acumulando aulas, palestras, mentorias, projetos de código aberto e, claro, muitas noites viradas regadas a café e telas pretas —, nós começamos a notar padrões comportamentais bem claros. Na nossa área, o comportamento dita o seu teto de crescimento.

Como em qualquer profissão na face da Terra, a TI tem seus profissionais brilhantes, os medianos e os verdadeiramente terríveis. Para figurar entre os bons ou excelentes, não existe fórmula mágica ou segredo guardado a sete chaves: o caminho é estudar o máximo possível, consumir conteúdo de fontes diversificadas e profundas, arregaçar as mangas e construir projetos reais.

No entanto, pouco se discute abertamente sobre a anatomia de um desenvolvedor ruim. É assustadoramente fácil identificar as características crônicas que destroem carreiras antes mesmo delas decolarem. E é exatamente sobre esse lado sombrio — os anti-padrões de comportamento — que vamos conversar neste artigo.

Livros ou tutoriais – Por onde é melhor estudar ?


É fato que a grande maioria dos programadores e pessoas que lidam com tecnologia são autodidatas, ou seja, costumam aprender tudo, ou quase tudo, sozinhos.

Bateu uma dúvida? Corre no Google, pesquisa, vê como se faz, raciocina e aplica no seu problema. Esse é um procedimento básico para quem é da área.

Mas há aqueles que aprendem somente assim, outros que, além de fazerem isso, recomendam fortemente o estudo por livros. E aí, por onde é melhor estudar? Aquele que aprende por livros universitários é melhor profissional que aquele que aprende por apostilas de 20 páginas da internet?

Vamos discutir sobre as vantagens e desvantagens de cada uma dessas maneiras de aprendizado.

A diferença entre programadores bons, ruins e convencionais

Encontrei em um blog - Aureliano Martins - um texto que fala sobre a diferença entre programadores bons, realmente bons, ruins e os convencionais.
É uma versão traduzida do original, que é de David Veksler e foi postada sob o nome de Some lesser-known truths about programming (Verdades pouco conhecidas sobre programação).

Tecnologia? Avanços Científicos? Maravilhas do Mundo Digital? Não, obrigado. É programação mesmo.


Quem nunca pensou em ser médico? Salvar vidas, ajudar as pessoas, melhorar a qualidade de vida dos outros. Muito nobre.

Ou defender os pobres? Fazer justiça? Empregar a Lei e lutar por um país mais digno onde todos possam ter seus direitos garantidos? Quem não se revolta com as injustiças?
Quem não queria ser Advogado?

Que tal desenvolver o país? Obras, estradas, estádios, vilas olímpicas?
Saúde e justiça são essenciais, mas só se cresce com obras.
Quem não quer ser Engenheiro?

E quando olhamos pro lado e vemos os computadores, celulares, equipamentos médicos, aviões, GPS, iPhones, complexos sistemas de computação e robóticas ajudando pessoas, ou quando usamos a Internet para obter qualquer informação, o que pensamos?
Em programar? Não.
Em desenvolver projetos com Hardware? Não...Pensamos em...