Fala, dev! Beleza? Durante anos de estrada na computação — acumulando aulas, palestras, mentorias, projetos de código aberto e, claro, muitas noites viradas regadas a café e telas pretas —, nós começamos a notar padrões comportamentais bem claros. Na nossa área, o comportamento dita o seu teto de crescimento.
Como em qualquer profissão na face da Terra, a TI tem seus profissionais brilhantes, os medianos e os verdadeiramente terríveis. Para figurar entre os bons ou excelentes, não existe fórmula mágica ou segredo guardado a sete chaves: o caminho é estudar o máximo possível, consumir conteúdo de fontes diversificadas e profundas, arregaçar as mangas e construir projetos reais.
No entanto, pouco se discute abertamente sobre a anatomia de um desenvolvedor ruim. É assustadoramente fácil identificar as características crônicas que destroem carreiras antes mesmo delas decolarem. E é exatamente sobre esse lado sombrio — os anti-padrões de comportamento — que vamos conversar neste artigo.